Mr. Donald Trump, do not say no to the Paris agreement

Mr. Donald Trump, do not say no to the Paris agreement

Your Excellency the President of the USA, Mr. Donald Trump,

Climate change has been affecting the balance of the flora and fauna of our planet Earth; we must remember that our planet is the only one in the solar system that generates and sustains our lives and other living beings, allowing the chemical, physical and biological maintenance and renewal of all living conditions.

Among the several initiatives created in recent years by companies and countries to reduce the impacts of climate change on rich and poor countries, the Paris Agreement, signed on April 22, 2016, during the UNFCCC COP 21, aims to strengthen the joint capacity of countries to reduce the emission of greenhouse gases, contextualizing the means of production of the human economy to a more sustainable economy.

The Paris Agreement, approved by 195 countries, requires the ratification of at least 55 countries responsible for 55% of greenhouse gas emissions, requiring each country’s government to develop national contributions to reduce emissions from social and economic perspectives, locally and globally.

In the international scientific debate, global warming and climate change have as their root causes anthropogenic activities, particularly activities associated with industries, agriculture and extraction processes that emit greenhouse gases harmful to the Earth’s atmosphere in the production processes and the application of chemical inputs that burden the environment, living beings and the atmosphere.

Other groups of scientists claim that climate change and accelerated global warming would only be the result of a cyclical process of planet Earth on its own or the increase in Sun’s activity, but these claims are called into question by the publication of data stating that rapid temperature rise of our planet Earth in less than 100 years would not be the result only of a natural cycle or maintained only by factors external to our planet, although these possibilities exist.

Therefore, human activities maintained by an outdated economy based on fossil fuels and carbon inputs compromise the average temperature of our planet and will dangerously affect the quality of life and survival of all living species on our planet.

It is important to understand that atmospheric pollution, besides contributing negatively to the heating of our planet, also diminishes the quality of the air that we breathe, compromising the cycle of biological renewal of living beings.

We respect the population, sovereignty, and socioeconomic importance of the United States.

We were sad when you decided not to ratify the Paris Agreement.

We understand that your Excellency may, in the future, opt to sign the Paris Agreement for the economic and political benefit of your country in a fair way for your nation, but we ask that you, as President of one of the main economies of the world, one that has always been considered as an example of entrepreneurship and freedom, reflect and seek a solution that is fair to the USA and, equally, fair to all the nations of the world, particularly the poorest and most affected by climate change.

We urge you to sign and ratify the Paris Agreement published in 2016 by presenting technological contributions to consolidate a truly sustainable economy in the means of production by adopting more affordable and cheaper technologies for energy generation, job creation, transport and communication that do not harm nature in the USA and around the world for a better, safer and healthier world.

It is essential that the USA along with the G20 countries also sponsor the planting of 30 million trees worldwide (including respect for existing trees) over the next 10 years.

Respectfully, we can analyze that if you do not sign the Paris Agreement by creating more advanced solutions that truly respect the environment and life, world society will sign the agreement in its place and, through socio-environmental need, it will set new standards for a greener and more inclusive society and economy.

We are moving towards the third decade of the 21st century, a time that requires an increasing participation of civil society in the construction of a world where dialogue is used for the elaboration of shared solutions in favor of the human being and nature.

Planet Earth cannot continue to be destroyed.

As long as you do not sign the document and do not decide to take initiatives in favor of true sustainable growth, more trees are destroyed, more animals are being killed, more greenhouse gases emitted into the atmosphere,and there is less and less future for us and our children and grandchildren around the world.

You, me and all of us are human beings who depend on the good health of our planet Earth.

Without a healthy nature, there is no economy, no politics and no breathing.

Yours sincerely,

Fernando Rebouças / Editor and Cartoonist

http://oiarte.com/

Portuguese version:

Excelentíssimo presidente dos EUA, Sr. Donald Trump,

As mudanças climáticas têm atingido o equilíbrio da flora e da fauna de nosso planeta Terra, devemos lembrar que este nosso planeta é o único do sistema solar que gera e perpetua as nossas vidas e de outros seres vivos, permitindo a manutenção e a renovação biológica, química e física de todas as condições de vida.

Dentre as várias iniciativas criadas nos últimos anos por empresas e países para diminuir os impactos das mudanças climáticas sobre os países ricos e mais pobres, o Acordo de Paris assinado em 22 de abril de 2016, durante a COP 21 da UNFCCC, tem como objetivo fortalecer a capacidade conjunta dos países para a redução da emissão de gases de efeito estufa, contextualizando os meios de produção da economia humana para uma economia mais sustentável.

O Acordo de Paris aprovado por 195 países necessita da ratificação de pelo menos 55 países responsáveis por 55% das emissões de gases de efeito estufa, exigindo que os governos de cada país elaborem contribuições de âmbito nacional para reduzir as emissões a partir de perspectivas sociais e econômicas locais e globais.

No debate científico internacional, o aquecimento global e as mudanças climáticas têm como causas fundamentais as atividades antrópicas, principalmente, as atividades associadas às indústrias, agricultura e processo de extração que emitem gases de efeito estufa nocivos para a atmosfera do planeta Terra nos processos de produção e na aplicação de insumos químicos que sobrecarregam o meio ambiente, os seres vivos e a atmosfera.

Outros grupos de cientistas afirmam que as mudanças climáticas e o aquecimento global acelerado seria resultado apenas de um processo cíclico do próprio planeta Terra ou do aumento das atividades do Sol, porém essas afirmações são questionadas pela publicação de dados que afirmam que a rápida elevação da temperatura de nosso planeta Terra em menos de 100 anos não seria resultado somente de um ciclo natural ou mantido somente por fatores externos ao nosso planeta, apesar dessas possibilidades serem possíveis. Portanto, as atividades humanas mantidas por uma economia ultrapassada baseada em combustíveis fósseis e em insumos provenientes do carbono compromete a temperatura média de nosso planeta e afetará, de modo perigoso, a qualidade de vida e de sobrevivência de todas as espécies vivas de nosso planeta.

É necessário compreender que a poluição atmosférica, além de contribuir negativamente para o aquecimento de nosso planeta, também diminui a qualidade do ar que respiramos comprometendo o ciclo de renovação biológica dos seres vivos.

Respeitamos a população, a soberania e a importância socioeconômica dos EUA. Ficamos tristes quando o senhor decidiu não ratificar o Acordo de Paris. Compreendemos que vossa excelência opte, no futuro, por assinar o Acordo de Paris visando o benefício econômico e político de seu país de forma justa para o seu país, mas solicitamos que o senhor, sendo presidente de uma das principais economias do mundo que sempre foi considerada um exemplo de empreendedorismo e de liberdade, reflita e busque uma solução que seja justa para os EUA e, de forma igualitária, justa para todas as nações do mundo, principalmente, as mais pobres e mais atingidas pelas mudanças climáticas.

Solicitamos que vossa excelência assine e ratifique o Acordo de Paris publicado em 2016 apresentando contribuições tecnológicas para consolidarmos uma economia verdadeiramente sustentável nos meios de produção com a adoção de tecnologias mais acessíveis e mais baratas para a geração de energia, criação de empregos, transporte e comunicação que não prejudiquem a natureza nos EUA e em todo mundo em prol de um mundo melhor, mais seguro e mais saudável. É essencial que os EUA junto com os países do G20 também patrocinem o plantio de 30 milhões de árvores em todo o mundo (incluindo o respeito às árvores já existentes) nos próximos 10 anos.

Respeitosamente, podemos analisar que, se o senhor não assinar o Acordo de Paris com a criação de soluções mais avançadas que, verdadeiramente, respeitem o meio ambiente e a vida, a sociedade mundial assinará o acordo em seu lugar e, através da necessidade socioambiental, ela elegerá novos parâmetros para uma sociedade e uma economia mais verde e mais inclusiva.

Estamos caminhando para a terceira década do século 21, tempos que exigem uma participação cada vez maior da sociedade civil na construção de um mundo que dialogue para a elaboração de soluções compartilhadas a favor do ser humano e da natureza. O planeta Terra não pode ser mais destruído.

Enquanto o senhor não assina o documento e não resolve realizar iniciativas a favor do crescimento sustentável verdadeiro, mais árvores são destruídas, mais animais estão sendo mortos, mais gases de efeito estufa são emitidos na atmosfera e menos futuro teremos para nós e para nossos filhos e netos em todo o mundo.

Eu, o senhor e todos nós somos seres humanos que dependem da boa saúde de nosso planeta Terra. Sem natureza saudável, são existe economia, política e nem respiração.

Atenciosamente,

Fernando Rebouças / Editor e cartunista

Excelentíssimo presidente dos EUA, Sr. Donald Trump,

 

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Ecologia Pop

Ecologia Pop

Por Fernando Rebouças

A ecologia popular, na prática, visa ampliar o acesso ao conhecimento ambiental e aos recursos naturais para as comunidades na luta contra a depredação mantida pelo mercado não sustentável e pelo Estado. Geralmente, a ecologia popular é conceituada também como ambientalismo, neste caso podendo abranger ações de cunho político.

A sustentabilidade ambiental tem como base o tripé da sustentabilidade: fator ambiental, político e socioeconômico. A sustentabilidade é um conjunto de planejamento e processos que buscam a renovação das condições ambientais em prol de um resultado satisfatório para o meio ambiente, para as áreas de negócio, social e político sem interferir nas condições da vida de gerações futuras.

O meio ambiente é um patrimônio que pertence a todos, sendo o ser humano responsável pela preservação da biosfera, ecossistemas e biomas que formam as estruturas para a sobrevivência de diferentes espécies naturais, incluindo bem-estar biológico comum. Cabe ao Estado e suas instituições públicas de pleno direito por parte da sociedade elaborar, implementar e fiscalizar ações favoráveis para a preservação do meio ambiente em defesa da fauna e da flora e dos recursos naturais utilizados na transformação de bens econômicos.

Por outro lado, torna-se necessária a popularização de temas ecológicos e culturais relacionados  aos conceitos científicos, impactos ambientais cotidianos, conhecimentos sobre a fauna e flora e demais fatores  que ajudem a compreender como as ações antrópicas interferem no equilíbrio da natureza. O esforço na  popularização da ecologia no dia a dia do cidadão pode ser oriundo de projetos educacionais na elaboração de material didático direcionado para a escola, projetos de ação em campo para estudantes e visitantes de uma determinada reserva ambiental, na elaboração de conteúdo informacional e artístico (literário e visual) didático ou não didático que trate a ecologia e suas questões como temas centrais.

Na área cultural artística, seja por meio do teatro, da literatura, das artes visuais, do audiovisual e das demais formas de expressão artística realista ou imaginária, o processo de identificação com os temas ecológicos e culturais torna-se mais abrangente e menos repetitivo  em virtude do envolvimento emocional que o indivíduo pode desenvolver com determinado conteúdo artístico.  A compreensão de uma questão ecológica através de uma poesia, por exemplo, pode ser mais rápida para jovens e crianças que ainda não possuem pleno acesso à linguagem científica. Enquanto que uma informação de cunho ambiental é objetiva, a arte pode esclarecer as mesmas questões explorando o universo imaginário e emocional do cidadão.

A cultura popular está ligada com a manifestação do conhecimento, signos e demais processos de identificação  criados pelo ser humano e sua transmissão através de comportamentos e atividades artísticas como a dança, música, literatura, folclore, pintura, etc. No contexto da indústria cultural que transforma determinado bem cultural e artístico em produto replicável para a obtenção de retorno social e econômico para o ser criador, a cultura popular também é referida como cultura de massa ou como “cultura pop”.

Porém, uma determinada obra pode ter uma linguagem de cultura de massa, mas ser underground, ou seja, direcionada para determinado segmento e conhecida por menor número de expectadores. Por exemplo, uma banda independente que toca músicas similares a dos Beatles pode não possuir o mesmo reconhecimento que os Beatles obtiveram na história da música pop.

Por outro lado, na área do mainstream (cultura de massa) as peças publicitárias visam posicionar os produtos culturais como pertencentes à “cultura pop” como forma de gerar um significado mais jovem e internacional em comparação ao uso do termo “cultura popular” mais empregado no meio acadêmico e institucional. Porém, ambos os termos são tratados como sinônimos pelos pesquisadores nas áreas culturais.

Na prática, na mente do consumidor de produtos culturais, o termo “cultura pop” designa produtos pertencentes à música pop e seus hits, aos ícones do universo dos quadrinhos, games, cinema, televisão e demais plataformas que ditam conteúdos e comportamentos. A ecologia, compreendida como uma ciência que estuda as relações dos seres vivos e o ambiente em que vivem, pode ser inserida no contexto da cultura popular ou na esfera informacional e mercadológica da cultura pop para popularizar seus temas e questões de modo rápido e efetivo no dia a dia do cidadão e do consumidor de bens culturais.

Nessa perspectiva, podemos designar a “Ecologia Pop” como uma possibilidade mais profunda para disseminar ideias, conceitos e debates a favor da ecologia tornando-a  mais próxima do cotidiano das pessoas, seja se inspirando nos tópicos científicos, nas atualidades, nas observações e demais conclusões que unam aspectos ambientais e culturais na composição de determinado conteúdo artístico-cultural com temática ecológica.

Na presença ou na ausência de efetiva educação ambiental nas escolas, planejamento ambiental nas empresas e governos e do entendimento por parte da sociedade civil, a “ecologia pop” ajuda a elevar o conhecimento do cidadão em relação aos fatores ambientais que implica a vida da sociedade e das condições da natureza de forma segmentada ou transversal. Sendo a ecologia uma ciência pertencente não somente à biologia e ao meio escolar, mas pertencente a todos os ângulos da vida.

Fernando Rebouças é desenhista, publicitário e produtor editorial independente. Autor dos quadrinhos do Oi! O Tucano Ecologista. Este artigo foi redigido e publicado originalmente para o portal do jornal Gazeta News da Flórida, EUA, em outubro de 2017.

Tartaruga-marinha inspira novo livro do Oi! O Tucano Ecologista

Tartaruga-marinha inspira novo livro do Oi! O Tucano Ecologista

Por Fernando Rebouças

Há mais de 5 anos, durante os festejos de Ano Novo, em meio aos fogos, shows e esperanças de um ano melhor, a imagem de uma tartaruga se debatendo entre as pedras banhadas pelo mar, como se estivesse sofrendo uma inquietação causada pelo excesso de luz das cidades e dos fogos de artifício, me fez pensar e perceber que algo estava enfraquecendo aquele animal no mar da Baía de Guanabara.

Infelizmente, o excesso de público que se encontrava no calçadão da praia das Flechas e de Icaraí, em Niterói-RJ, para festejar o ano novo não me permitiu observar a tartaruga marinha por muito tempo. Depois de dez minutos se debatendo nas pedras, o animal afundou cansado, em busca do sossego que não encontrava.

Aquela cena ficou gravada na minha mente e me incentivou a pesquisar e a conversar com especialistas sobre as principais ameaças que atingem as tartarugas marinhas na Baía de Guanabara e nos oceanos.

Tive a oportunidade de identificar que tais ameaças nem sempre são reportadas ou denunciadas corretamente pelas emissoras de televisão de nosso país e por certos tipos de documentários que somente mostram os animais marinhos em perfeitas condições na costa brasileira, no chamado “espetáculo da natureza” sem especificar as ameaças ao meio ambiente terrestre, marinhos e suas verdadeiras origens que atingem as tartarugas marinhas diariamente em escala global.

Tal fato presenciado por mim aumentou o meu interesse em pesquisar sobre as tartarugas marinhas, fatores que me inspiraram a desenhar o livro em quadrinhos “Oi! O Tucano Ecologista – A tartaruga-gigante” para que as crianças e os jovens pudessem ser incentivados a conhecer as tartarugas e todo o seu referencial. A história principal deste livrinho trata da poluição dos oceanos e de sua ameaça para as rotas das tartarugas marinhas.

O livro também apresenta outras histórias curtas que relatam, por exemplo, sobre o significado da espécie exótica na natureza em geral e dos tipos de poluição que podem ocorrer nas águas, esse líquido tão valioso para o surgimento da vida em nosso planeta. Todas as histórias possuem linguagem lúdica e dinâmica com os personagens da turma do Oi! O Tucano Ecologista.

O trabalho de cientistas e pesquisadores nos ecossistemas marinhos é primordial para a disseminação do conhecimento técnico e didático, conhecimento essencial para combatermos a poluição de rios, mares e oceanos. Também precisamos ter a consciência que conhecer, respeitar e defender a natureza não é uma missão somente de cientistas, mas, sobretudo, de todos nós. Nós, comunicadores, desenhistas e cidadãos também temos a obrigação de reportar o sofrimento que está atingindo os animais marinhos. O lixo gerado pelas nossas cidades e embarcações é um dos principais causadores da poluição dos oceanos e toda essa situação ocorre muitas vezes sem qualquer fiscalização ou gerenciamento.

Como desenhista e editor independente, mesmo sem patrocínio com limitações de mercado, apresento o novo livrinho “Oi! O Tucano Ecologista – A tartaruga-gigante” com o objetivo de oferecer uma leitura lúdica, leve e que incentiva a consciência a favor desses animais marinhos tão essenciais para a vida no planeta Terra.

O livro comemora mais de 25 anos de criação do personagem Oi! O Tucano Ecologista e é o segundo número da coleção de livrinhos “Histórias Ecológicas” da turma do Oi!

Leia, se conscientize e indique: http://loja.oiarte.com/oiarteloja_livro2.html 

Site do Oi!: http://oiarte.com/ 

Expedição de Barão Langsdorff inspira novo gibi do Oi! O Tucano Ecologista

Expedição de Barão Langsdorff inspira novo gibi do Oi! O Tucano Ecologista

Press release

Oi! O Tucano Ecologista – A Cutia da Amazônia é o novo gibi especial em quadrinhos da turma do “Oi!”. As histórias são inspiradas na Amazônia, em Rugendas e no Barão russo, Langsdorff. O novo gibi, antes de ser desenhado, seguiu diferentes linhas de pesquisa, incluindo uma exposição sobre o Barão Langsdorff realizada pelo CCBB-Rio. Apesar de ter um conteúdo mais formatado para livro infanto-juvenil, o projeto inicial pretendeu imprimir a obra no formato gráfico de revista, para permitir uma leitura mais leve para o leitor.

O gibi é editado em cores, com capa em papel supremo e impresso sob demanda, a obra inaugura a coleção “Histórias Ecológicas da Turma do Oi” com a pretensão de publicar obras temáticas com periodicidade anual com formato de livro, mas com peso de gibi.

Todas as histórias são desenhadas e escritas pelo desenhista, publicitário e jornalista Fernando Rebouças.

O gibi especial pode ser adquirido somente na internet, no site:

http://www.loja.oiarte.com/oiarteloja_livro1.html

O pagamento é feito via PagSeguro do UOL  com Frete Reduzido. Para pedidos realizados fora do Brasil, é necessário encaminhar e-mail para oiartesite@gmail.com para solicitar a encomenda com cálculo do frete para o exterior.

Os gibis da coleção tradicional do Oi! O Tucano Ecologista também continuam em oferta na loja oficial do personagem: www.loja.oiarte.com

As publicações são do selo independente Fernando Rebouças Editorial.

R7 e Hoje em Dia entrevistam Fernando Rebouças

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No dia 1º de novembro de 2015, o jornal Hoje em Dia, de Minas Gerais, entrevistou Fernando Rebouças, o desenhista falou da evolução dos quadrinhos do Oi! O Tucano Ecologista na imprensa brasileira e estrangeira e de futuros projetos. A entrevista foi veiculada também no portal R7: http://hojeemdia.com.br/almanaque/desenhar-para-mim-%C3%A9-quase-sin%C3%B4nimo-de-exist%C3%AAncia-1.328660

Teaser de próximo livro do Oi! O Tucano Ecologista é divulgado nas mídias

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O personagem Oi! O Tucano Ecologista e toda sua turma terá novos quadrinhos publicados em novo livro,  a previsão do selo Fernando Rebouças Editorial é lançar a obra no segundo semestre de 2015, com novo ritmo de impressão e possível patrocínio popular ou empresarial.

As histórias são inspiradas na Amazônia, em Rugendas e no Barão russo, Langsdorff. O novo livro, antes de ser desenhado, seguiu diferentes linhas de pesquisa, incluindo uma exposição sobre o Barão Langsdorff realizada pelo CCBB-Rio.

Apesar de ter um conteúdo mais formatado para livro infanto-juvenil, o projeto inicial pretende imprimir o livro no formato gráfico de revista, para permitir uma leitura mais leve para o leitor.

Por enquanto, permanece no ar a promoção dos gibis já publicados do Oi! O Tucano Ecologista com Frete Grátis:

http://www.loja.oiarte.com/promo_fretegratis_2013.html

Em recente entrevista concedida no mês de março de 2015 à REDE NGT, Fernando Rebouças declarou detalhes de seu atual trabalho com o personagem Oi! O Tucano Ecologista:

http://www.oiarte.com/oiartetube.html