Jornal Brazilian News divulga Oi! O Tucano Ecologista na Inglaterra

Na semana do casamento Real, realizado na Monarquia do Reino Unido, além dos comentários a respeito dos futuro casal de príncipe e princesa em seu novo ninho matrimonial, o meu personagem Oi! O Tucano Ecologista abocanhou a cena na terra da rainha e recebeu destaque no Jornal Brazilian News (pela segunda vez) , o veículo sob edição geral da estimada jornalista Carolina Beal, divulgou os livros em quadrinhos do personagem lançados pela editora LivroIlimitados.com.br e Publit, a publicação de minhas tiras na imprensa brasileira e estrangeira, incluindo minha recente estreia no jornal @Verdade, semanário gratuito de Moçambique. Desde 2008, as tiras do Oi! também publicadas no Brazilian Times sempre na página 29.

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Apple e Facebook poluem mais

Segundo matéria publicada no jornal Guardian, empresas de informática e internet utilizam energia proveniente da queima de carvão para manterem seus servidores. Dentre as que mais poluem, num ranking organizado pela ong Greenpeace, a dependência da Apple de carvão é de 54.5%. Em seguida aparecem Facebook (53.2%), IBM (51.6%), HP (49.4%) e Twitter (42.5%).

A Apple aparece em último lugar numa abrangente lista verde de empresas de tecnologia, por causa de sua forte dependência de centros de dados “sujos’.

A energia utilizada pela Apple é proveniente Duke Energy, com uma mistura de 62% de carvão e 32% nuclear. Na semana passada, a Apple divulgou um espetacular aumento trimestral de lucros, de 95%, num total de U$ 6 bilhões. E nós, simples mortais, artistas e trabalhadores desprovidos de altíssima renda perguntamos: Por que os mandachuvas da internet e da informática não investem em terminais próprios de energia solar e ajudam e popularizar a energia limpa em países pobres, em desenvolvimento e emergentes como o Brasil, China, Burundi e Tuvalu?

Segundo Gary Cook, analista de tecnologia da informação do Greenpeace e principal autor do relatório, os consumidores querem saber que quando fazem upload de um vídeo, ou mudam seu status no Facebook, não estão contribuindo com o aquecimento global ou com Fukushimas no futuro.

Ainda sobre a matéria traduzida pelo portal Planeta sustentável, as  Empresas nos EUA não são exigidas por lei a revelar seu uso de energia ou emissões de carbono. Mas o Greenpeace usou informações disponíveis sobre investimentos em centros de dados, para estimar a energia máxima que elas consomem, e comparou estas informações com dados do governo ou de empresas concessionárias de energia. 

Na outra ponta mais positiva do ranking, as melhores notas foram obtidas por Yahoo, Google e Amazon.

O Greenpeace também está em campanha para que o Facebook consuma energia mais limpa em seus servidores. Eu, Fernando Rebouças, não faço parte de nenhuma ong no momento, mas, independente de sua adesão ou não à grupos ambientalistas (se você é partidário ou não) participem dessas campanhas, pois são feitas por pessoas sérias.

O portal ainda destaca que a  computação por nuvem depende de grandes bancos de dados, e não de equipamentos de TI nas sedes das empresas, para alimentar serviços baseados na internet, como Hotmail ou Gmail. A demanda de eletricidade dos centros de dados já responde por cerca de 2% do consumo global.

Fernando Rebouças – Desenhista e Redator

Fontes:

 http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/planetaurgente/apple-mal-foto-verde-287913_post.shtml

http://www.guardian.co.uk/environment/2011/apr/21/apple-least-green-tech-company

Democracia ao Quadrinho Brasileiro

No último mês de março de 2011, redigi as diretrizes base do DQB (Demcracia ao Quadrinho Brasileiro) movimento virtual e wiki a favor do nosso quadrinho (incluindo o novo quadrinho nacional). O movimento recebeu apoio do site MeuHerói.com.br que concedeu a tecnologia e o espaço virtual para o lançamento do site do movimento www.dqb.meuheroi.com.br e da comunidade de desenhistas dentro do site MeuHerói para reunir desenhistas, leitores, e profissionais editoriais com a finalidade de sugerir e formular ideias favoráveis.

Dentro da comunidade está hospedado o grupo de discussões e registros do DQB, basta acessar o seguinte link e se cadastrar na comunidade: http://www.meuheroi.com.br/index.php?option=com_community&view=frontpage&Itemid=219 Assim como no facebook, nessa nova comunidade é possível postar desenhos, sua foto e descrição; além de conversar e participar dos grupos.

O movimento já está recebendo a adesão e participação de vários artistas via e-mail, comunidade e facebook.

Leia mais detalhes sobre a proposta desse novo movimento virtual:

O objetivo do movimento é enxergar e abrir caminhos para que artistas, redatores, editores e selos independentes encontrem possibilidades mais amplas para a publicação da HQ nacional em suportes tradicionais ou digitais, considerando a convergência das mídias atuais e futuras: Detectando público, crescimento de demanda, possibilidades de incentivos governamentais e privados. O artista nacional não pode mais ficar refém de um ou meia dúzia de editores que entre aspas dominam o mercado de gibi e livros, e ditam o que é qualidade, escolhendo pelo público, ao invés de publicarem para o público.

O DQB não visa somente o mercado editorial e a ciência de nossa arte, mas também aproximar, isso sim, aproximar nossos artistas de seu público que já se manisfesta a favor nos portais e eventos que divulgam e vendem a HQ nacional e estrangeira.

O DQB é contra a xenofobia, mas visa um intercâmbio intelectual, artístico e mercadológico que seja favorável equilibradamente para o desenhista brasileiro e para o estrangeiro. Eu sempre repito, não sou contra nenhum estilo ou artista, mas quando um desenhista brasileiro inventa um quadrinho sobre garranchos soltos (estilo próprio), ele é chamado de desenhista de baixa “qualidade”; mas, quando um Gilbert Shelton publica alguns garranchos por aqui (abaixo de sua própria inspiração) , ele é chamado de “geniauuu”, gosto dos estrangeiros também, mas , por que o marketing nacional e estrangeiro abafa tanto os desenhistas brasileiros ? Será que Pedro Américo teria mais qualidade do que Picasso? O que é qualidade? Isso pode ser pensado. Temos desenhistas de grande qualidade.

Se o quadrinho brasileiro não tivesse qualidade, não exportaríamos tantos desenhistas e algumas obras nacionais para o exterior, mas, infelizmente, em certos casos, o mercado interno demora até para coroar o desenhista brazuca que já fez ou faz sucesso nos EUA, Europa e Ásia. Afinal, falta qualidade à nossa arte, ou sobra preconceito e dominação mercadológia contra a nossa arte?

Um povo que não conhece e não tem acesso à sua arte visual e audio visual não tem uma memória cultura visual sólida e enraizada em nossas próprias histórias e identidades, isso também é um dos temas do DQB, a memória cultural brasileira por meio dos quadrinhos.

Esses temas e debates são antigos sim, mas infelizmente, faltou profundidade e convite para que todos os desenhistas pudessem opinar e participar democraticamente

Se é possível debater sobre o futuro do livro, da poesia e da MPB, vamos debater na paz o futuro dos quadrinhos.

Fernando Rebouças – Desenhista e redator