Serra do Mar é tema de novo livro em quadrinhos do Oi! O Tucano Ecologista

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Na semana do Meio Ambiente, Fernando Rebouças lança novo livro em quadrinhos ecológicos do Oi!

O dia 5 de junho de 2019 lembra as comemorações do Dia Mundial do Meio ambiente e o lançamento do número 04 do livrinho especial em quadrinhos do Oi! O Tucano Ecologista.

A obra tem como subtítulo o tema “A Serra do Mar” e se inspira numa das regiões mais importantes da Mata Atlântica do Brasil.

A obra “Oi! O Tucano Ecologista – A Serra do Mar” é um livro infanto-juvenil em quadrinhos feito com impressão colorida sob demanda da turma do “Oi!”. A história principal começa a partir de uma viagem de trem na Serra do Mar do Brasil, a turma do Oi! O Tucano Ecologista encontra a missão de salvar a onça-pintada e protegê-la de caçadores nas regiões da Mata Atlântica.

Este livrinho especial em quadrinhos apresenta também uma poética viagem no tempo em busca da arara-azul. Esta obra é dedicada a um dos biomas mais importantes do mundo onde mora a turma do Oi! O Tucano Ecologista, a Mata Atlântica.

Em tempos de flexibilização da legislação ambiental e da liberação da caça em diferentes situações no Brasil e no mundo, a obra visa trazer a reflexão sobre o respeito ao ecossistema brasileiro e o respeito aos animais.

A obra pode ser adquirida na loja oficial do personagem no link

http://loja.oiarte.com/oiarteloja_livro4.html

Este livrinho em quadrinho também está disponível na Amazon, assim como já acontece com as obras anteriores do Oi! O Tucano Ecologista http://www.loja.oiarte.com/amazon.html

A Amazon também já vende obras traduzidas para o inglês do Oi! O Tucano Ecologista.

Histórico recente de lançamentos

A obra “Oi! O Tucano Ecologista – A Serra do Mar” faz parte da coleção “Histórias Ecológicas, sendo o número 04 da série.

Anteriormente, o desenhista, publicitário e editor, Fernando Rebouças havia publicado o número 03 sobre a África do Leão Cecil e os números 01 sobre a Cutia da Amazônia e o 02 sobre a Tartaruga –Gigante.

As primeiras obras da série foram divulgadas em entrevista exclusiva concedida por Fernando Rebouças ao programa Sem Censura na TV Brasil em 2017: http://www.oiarte.com/oiartetube.html

Outro links

Biografia de Fernando Rebouças na imprensa: http://www.oiarte.com/his_freboucas_imprensa.html |

Site oficial do Oi! : http://www.oiarte.com/

 

 

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O Globo publica mais tiras do Oi! O Tucano Ecologista

No dia 29 de junho de 2014, o Segundo Caderno do jornal O Globo publicou mais uma tira do Oi! O Tucano Ecologista sobre o tatu-bola durante a realização da Copa 2014 no Brasil. a tira já havia feito sucesso no site Oiarte.com

Veja a publicação no site: http://www.oiarte.com/imprensa_oglobo.html

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Portal UOL divulga quadrinhos de Fernando Rebouças e começa a publicar SuperTiras do Oi! O Tucano Ecologista.

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No dia 6 de abril de 2014, o canal de Meio Ambiente do portal UOL, lançou página especial para republicar as SuperTiras do Oi! O Tucano Ecologista, personagem de quadrinhos criado e desenhado por Fernando Rebouças.

Nesse dia, a matéria destacou :

O quadrinho “Oi! O Tucano Ecologista”, criado pelo desenhista e escritor Fernando Rebouças, tem a proposta de abordar temas ecológicos brasileiros e globais, através de uma linguagem divertida e de fácil compreensão. O personagem principal, um tucano amarelo extinto e endêmico da Mata Atlântica, vive rodeado de amigos e enfrenta as dificuldades da urbanização, que aumenta cidades e diminui as áreas verdes. A série de gibis já teve quatro números lançados entre 2011 e 2012.”

Link original do UOL: http://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/album/2014/04/06/quadrinho-aborda-questoes-ambientais-de-forma-divertida.htm#fotoNav=1

Fernando Rebouças já publicou as tiras do Oi! O Tucano Ecologista em jornais do Brasil e exterior (EUA, Canadá, Inglaterra e Moçambique) em português, inglês e espanhol. As Supertiras (www.supertiras.oiarte.com) começaram a ser veiculadas em 2011, republicadas no portal Envolverde em 2012. Em abril de 2014, passaram a ser republicadas oficialmente no canal de Meio Ambiente do Uol. As SuperTiras é uma plataforma que permite a publicação das tiras em slideshow selecionado.

Conheça mais a Turma do Oi! O Tucano Ecologista lendo os gibis: http://www.loja.oiarte.com/

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SuperTiras do Oi! no UOL

 

Tartaruga de duas cabeças

No mês de setembro de 2013, aconteceu algo que me intrigou profundamente. O nascimento de uma tartaruga de duas cabeças. O animal nasceu no mês de junho no Zoológico de San Antonio, nos Estados Unidos, e sua existência foi largamente noticiada nos meses seguintes. O bicho recebeu o nome de Thelma e Louise em homenagem às personagens do filme homônimo de 1991.

Fonte: G1

Peça seus quadrinhos ecológicos: www.loja.oiarte.com

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Sacolas de plástico – Usar ou não usar? Eis a questão.

Em 15 de julho de 2010, no estado do Rio de Janeiro, foi sancionada a lei estadual  5.502 que prevê a substituição das sacolas de plásticos por ecobags ou bolsas retornáveis.

 Nos EUA, ainda existe a oferta e a cultura do uso das sacolas de papel, como assistimos nos filmes norte-americanos, não que a sacolinha de plástico não exista na terra de Tio Sam, mas em Washington, os estabelecimentos também são proibidos de cedê-las e, em Nova York, o lojista é praticamente obrigado a reciclar as sacolas.

A ideia nova-iorquina é mais inteligente.As ecobags, sacolas fabricadas com material reciclado para serem usadas em todo o tipo de compra, são uma ótima alternativa para a substituição das atuais sacolas de plástico, porém, as ecobags não representam uma solução completa e definitiva ao descarte do plástico na natureza.

Devemos lembrar que o plástico também está presente nas embalagens de alimentos, roupas, eletrodomésticos, eletrônicos, material promocional e demais produtos que consumimos diariamente, afinal, no mundo do marketing aprendemos que a embalagem é a primeira atração de um produto, e o plástico tem sido o material mais usado nessa concepção.

Proibir o uso de sacolas plásticas no processo de compras ou conceder descontos à sua não utilização é apenas uma solução simbólica e de baixa responsabilidade financeira por parte de empresas, governos e sociedade.

Numa compra eventual, nem todo cidadão anda ou andará com a sua bolsa ecológica a todo momento para carregar suas compras emergenciais e impulsivas (lembrem-se , a propaganda de hoje incentiva a compra impulsiva). E nem todo consumidor levará caixas de papelão para as compras do mês.

Vale lembrar que, grande parte dos consumidores reutilizam as sacolas de supermercado em suas lixeiras de casa e do escritório, portanto, a partir do momento que as sacolas deixarem de existir, todos retornarão a comprar sacos de lixos (compostos com um plástico parcialmente biodegradável nem sempre comprovado pelo fabricante), uma situação que manterá permanente o plástico nos lixões e aterros sanitários.

A verdadeira solução seria a distribuição de sacolas de papel reciclado e de plástico 100% biodegradável em supermercados e estabelecimento, compostas por insumos recicláveis. O uso do papel e do plástico reciclado estaria na sacola e em todas as embalagens mantendo um ciclo vicioso e positivo de reciclagem que gerasse renda para o catador, cooperativa de reciclagem, estabelecimentos, fábricas, governo, gestores ambientais, e valor agregado às marcas.

Isso sim, iria beneficiar a população, formalizando o trabalho dos profissionais do lixo e mitigando o descarte do plástico na natureza. Se esta solução custa caro, o barato custará mais caro ainda.

Fernando Rebouças é desenhista e escritor. Formado em propaganda e marketing; pós-graduando em produção editorial. Site: www.oiarte.com

O artigo foi originalmente publicado no jornal Gazeta News, Flórida – EUA,no dia  16 de dezembro de 2010:

http://www.gazetanews.com/colunistas/colunistas.php?id=34&idc=1217&busca=2010-12

TecnoModernismo

Acredito, como desenhista, escritor e poeta, que não estamos mais na era do modernismo e muito menos na era do pós-modernismo vigente na segunda metade do século XX.

Hoje, além dos livros tradicionais e da imprensa ainda publicada em papel, estamos na era dos blog´s, vblog´s, sites, redes sociais e dos recentes livros digitais. Essa tecnologia digital tem servido como uma  nova plataforma para a escrita literária, informativa e opinativa (cunho pessoal), quando bem utilizada.

Por outro lado, o sucesso dos blogs e das redes sociais tem levado para as mídias impressas e tracionais o estilo de escrever empregado nessas novas mídias e até uma diagramação similar a da existente na web, além é claro, dos blogueiros e escritores que emergem da web para os livros impressos, jornais e tv.

Acredito que o conteúdo, o interesse, a  formatação e o estilo da escrita que cresce e se expande na web está influenciando a escrita presente nos jornais impressos e na nossa nova literatura (independente se o suporte é físico e virtual), essa nova forma de escrever e de ser lido está, na minha opinião, criando uma nova escola literária e ampliando as possibilidades do uso de suportes para publicação e distribuição.

Arrisco-me a afirmar que nesta primeira década dos anos 2000, influenciados pela web 2.0, desenvolvemos em nível global e regional uma nova escola literária, não somente pelo avanço das plataformas tecnológicas e ‘comunicacionais’ , mas, sobretudo, na criação e direcionamento do conteúdo literário e virtual de textos e imagens.

Talvez, se no século XIX, existisse a internet, Gonçalves Dias teria escrito a “Canção do Exílio” de uma nova maneira e linguagem, e  a distribuído a todos os cantos do planeta. Por meio dessas observações, afirmo que estamos numa nova escola literário que, inicialmente, poderá ser referida como “TecnoModernismo” ou “Tecnonismo”, uma maneira de escrever que se relaciona diretamente com a tecnologia da informação e com ela se expande e se auto modifica com a interação global dos leitores e co-autores.

Fernando Rebouças é desenhista e escritor.